Rotas Turística no Espírito Santo

Conheça as Rotas Turísticas do Espírito Santo. Os destinos são divididos em oito rotas, quatro delas com acesso pela capital Vitória, onde fica localizado o principal aeroporto do Estado.

Rota do Caparaó – ES – Esta rota abarca 11 municípios do entorno do Parque Nacional do Caparaó, localizado na divisa do Espírito Santo com Minas Gerais e onde está situado o Pico da Bandeira, com 2.892m de altitude.

Ecoturismo e aventura

As belezas naturais compõem a Rota do Caparaó do começo ao fim. Localizada na divisa do Espírito Santo com Minas Gerais e Rio de Janeiro, tem como principal destaque o Parque Nacional do Caparaó, mas também agrega parte da Serra do Mar e da Mantiqueira, do Pico da Bandeira e do Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça. A história é interessante e bem preservada assim como a natureza nesta região.

Os municípios que compõe a rota ficam ao redor do Parque Nacional do Caparaó, são eles: Jerônimo Monteiro, Alegre, Guaçuí, São José do Calçado, Dores do Rio Preto, Divino de São Lourenço, Ibitirama, Irupi, Iúna, Muniz freire e Ibatiba.

Alegre

Conhecida também como "Cidade Jardim", por causa da grande quantidade de praças. Esta cidade é o centro de formação cultural da região. Suas construções históricas e as belezas naturais são imperdíveis.

Em Alegre está localizado o Parque Estadual da Cachoeira da Fumaça, com 162,5 hectares, que possui diferentes espécies naturais e uma exuberante beleza, observada nas trilhas do Parque. A cachoeira com queda de 140m de altura é um dos grandes atrativos, que desperta ainda a atenção dos praticantes de esportes radicais.

A Igreja Matriz Nossa Senhora da Penha merece destaque. Sua construção teve inicio em 1851 e foi feita com barro e madeira, posteriormente foi ampliada. Os vitrais da igreja representam a vida de Cristo e a pintura foi feita pelo indiano Diwali. Outra construção histórica é o Solar Miguel Simão, que inaugurado em 1927 com o objetivo de ser casa comercial do café. O lugar foi construído pelo libanês Miguel Simão e possui estilo art-noveau.

A cultura é diversificada, representada pelo Boi Pintadinho durante o carnaval; pelas danças africanas e do Caxambu, com ritmos fortes; pela famosa Folia de Reis celebrada desde o natal até janeiro; o bate-flechas, dança de origem indígena que mostra a preparação para o combate e da cavalhada, representando a luta entre mouros e cristãos.

Jerônimo Monteiro

Há 174 km de distância da capital Vitória, Jerônimo Monteiro possui o agroturismo como um dos principais traços de desenvolvimento da região. Sua terra fértil ganhou muito destaque no plantio de café durante a época áurea.


A região montanhosa é propicia para a prática de esportes radicais. O maciço das Andorinhas abrange doze pedras que fazem um encontro perfeito para apreciar a vista. Os produtos típicos desta região são bem conhecidos, é o caso da goiabada cascão, do fubá moído na pedra, da banana passas e da cachaça de banana.

As fazendas centenárias da região traduzem a história e revelam a cultura deste lugar, algumas estão abertas à visitação. Para quem gosta de história nada melhor do que visitar a Gironda. Um casario preservado e restaurado que reflete nitidamente o auge do ciclo do café e da cana de açúcar. Por lá há ainda a igreja, o armazém, o alambique, a represa e outros recintos que comprovam a época cafeeira.

Muniz Freire

Cercado de serras, Muniz Freire está localizado no Vale do Guarani, clima temperado e seco tem a ver com sua localização. A terra fértil e a condição climática contribuíram para a imigração italiana, que encontraram o destino certo para fortalecer o desenvolvimento da região, deixando como marca a cultura e os monumentos histórico culturais.

Apenas 3 km do centro está a antiga fazenda Santa Maria com estilo colonial e escravocrata, representa a história do município durante o ciclo do café.

Com mais de 16 cachoeiras, sendo a principal a Cachoeira do Pardo, Muniz Freire oferece diversas opções naturais de lazer. A serra do Apolinário, do Valentim e de São Cristovão oferece paisagens deslumbrantes do Pico da Bandeira e da Pedra Azul.

Ibitirama

A cidade tipicamente rural com economia baseada na agricultura, contém uma natureza inigualável. A fauna e a flora merecem prestígio por possuir diversidade em plantas. Este município possui a maior criação de trutas em cativeiro do Brasil. O peixe natural das montanhas é exportado para vários lugares do país, através da Fazenda Tecnotruta. Um centro de inseminação artificial de ovos de truta com 74 tanques de engorda que garantem a produção de dez toneladas de peixes por mês. Além disso, a empresa também possui um restaurante e um pesque pague.

Dores do Rio Preto

A sua localização contorna a Rota do Caparaó e é o inicio de um percurso natural com belas paisagens, várias cachoeiras e muita aventura. Dores do Rio Preto faz divisa com Minas Gerais, sendo a entrada oficial para chegar ao Parque do Caparaó.

A imigração italiana deixou tradições folclóricas e culturais, podendo ser apreciadas nos casarões históricos que atraem a diversão de quem visita o município.

Um dos atrativos naturais é o Pico da Bandeira, as trilhas e as belezas naturais são ideais para o trekking. A trilha para a Pedra Menina, formação rochosa em forma de mulher situada no meio de serras e muito verde, também envolve o visitante com os atrativos naturais. Para a isso, o visitante conta com ajuda de guias especializados Lá do alto a vista do Pico da Bandeira e do Cristal é encantadora. Que sobe o Pico do Cristal, com 2.798 metros consegue ter uma vista panorâmica do Pico da Bandeira.

Divino de São Lourenço

No início do século XIX africanos, italianos, libaneses, e turcos desbravaram esta região e deixaram marcas que até hoje estão presentes na cultura, na arquitetura, na culinária, no artesanato e na história deste lugar. O ambiente histórico proporciona uma sensação acolhedora de cidade de interior.

A história do ciclo do café pode ser vista nas casas e nas fazendas centenárias que representam os grandes latifúndios da época, que marcam a colonização e remetem em cada ambiente a indústria cafeeira. Toda história é contada também na natureza, que se mantém preservada mesmo atraindo muitas pessoas.

As belas paisagens naturais em meio a maior área preservada da Mata Atlântica no Espírito Santo, proporcionam poços de águas cristalinas seguidas de cachoeiras deslumbrantes. Através das águas do Rio das Cobras surgiram as cachoeiras da Mangueira, do Granito, da Usina e das Andorinhas.

O misticismo deste lugar é encontrado no Patrimônio da Penha, lugar ideal para encontrar paz espiritual e recarregar as energias. Os fiéis buscam tranquilidade e a cura de enfermidades físicas e emocionais. O artesanato é uma ótima opção de lembrança para levar para casa, com bolsas, acessórios, cachecóis, roupas e tear. Produtos de bom gosto feito por mãos habilidosas.

 

Irupi

As características de Irupi são sinônimos de paz e tranquilidade. São orquídeas, ipês e jequitibás em meio a pedras e cachoeiras. Quem visita o município também encontra animais como macacos e pacas, e pode ouvir o som dos pássaros canário da terra e quero-queros. A Mata Atlântica presente nesta cidade proporciona um encontro perfeito com a natureza.

O vilarejo tem consigo o aconchego do interior, onde os visitantes poderão apreciar uma típica e saborosa galinha caipira com angu e quiabo para completar o passeio. Mas, para quem procura emoções, Irupi é o lugar perfeito para a prática de esportes radicais. A Pedra da Tia Velha possui aproximadamente 1140 metros de altura e atrai os que gostam de rapel e asa delta. A Cachoeira do Chiador é a melhor escolha para se refrescar em um dia de sol.

São José do Calçado

Localizado na divisa com Minas Gerais e Rio de Janeiro, São José do Calçado retrata a história do ciclo do café e oferece belas paisagens que abrangem os três Estados. As riquezas deste município estão na cultura, na história e na natureza. O ambiente bucólico da pequena cidade transmite aconchego através das casas antigas do século XIX e das ruas calmas pela região. A tradição da cafeicultura caparaoense é até hoje manifestada no Encontro de Carros de Bois.

O voo livre é muito praticado em São José do Calçado, a Pedra do Pontão com seus 1.245 metros de altitude é referência para os praticantes do esporte que se encantam ao sobrevoarem diante de Minas, Rio e Espírito Santo, o encontro perfeito da natureza.

Guaçuí

Ponto de passagem para o Parque Nacional Caparaó, Guaçuí representa o desenvolvimento do Estado durante o ciclo do café. As fazendas do local há mais de 150 anos representam a época cafeeira e resgatam momentos imperdíveis para a construção da história do município.

Envolvida em um cenário natural deslumbrante seguida por cachoeiras com águas limpas e cristalinas, Guaçuí possui o clima ideal para o ecoturismo. O passeio pela natureza possibilita a diversão com os esportes radicais oferecidos nas trilhas e cachoeiras da região.

A cultura é enraizada e manifestada pelos grupos folclóricos, religiosos e musicais. O Festival Nacional de Teatro, realizado no Teatro Municipal Fernando Torres atrai visitantes de vários lugares.

Iúna

Ao conhecer Iúna o visitante descobre uma historia fascinante e cheia de curiosidades. O agroturismo e a natureza local despertam o que há de melhor neste ambiente bucólico: a tranqüilidade.

Os primeiros habitantes chegaram no século XIX, por causa do boato de que no leito do rio havia muito ouro. Esse mito fez muitos aventureiros saírem de seus Estados em busca da riqueza, acabaram construindo a cidade e a história do município. Situado em volta do Parque Nacional do Caparaó, Iúna oferece belíssimas paisagens e um povo bastante acolhedor.

Na Serra do Caparaó, a 700 metros de altitude é possível encontrar o Distrito de São João do Príncipe, na beira de um rio cristalino; as corredeiras do Jacaré e do Brás, a Pedra da Samena, o Pico dos Cabritos e o Pico Colossus. Outro lugar interessante de conhecer é Água Santa, local de mistérios e lendas onde várias pessoas fazem peregrinações e pagam promessas. Destaque também para a Pedra do Pecado e a Sala dos Milagres.

Ibatiba

Há 161 Km de Vitória está Ibatiba. Cidade de belas paisagens, clima de montanha e o aconchego de cidade de interior. As cachoeiras e as corredeiras - como da Usina, deixam o visitante com vontade de voltar sempre ao município.

Descobertas é o que não falta nesta cidade. As paisagens de Ibatiba faz com que a história deste lugar fique mais interessante e nos remita ao passado. Os tropeiros que passavam pela BR 262 chegaram a Ibatiba e desbravaram toda a região da Rota do Caparaó, por isso, em vários lugares da pequena cidade, é possível observar algum detalhe que traduz um pouco dessa história, por meio dos casarões abertos à visitação até a Festa do Tropeiro, realizada em setembro. O encontro de história, beleza e natureza é imperdível.

 

 

Circuitos

Dentro da Rota do Caparaó existem dois circuitos, que abrangem cidades do trajeto. O primeiro é o circuito Caminhos dos Tropeiros, ele é composto por 10 propriedades rurais, nos municípios de Ibatiba, Muniz Freire e Iúna. A cultura tropeira Manifesta-se na culinária com o feijão tropeiro, torresmo, lingüiça caseira, morcela, carne na lata e mandioca com torresmo. A agricultura e familiares um traço típico da região.

O outro circuito é o Caparaó Capixaba, que é composto por 23 empreendimentos, nenhum entorno do Parque Nacional do Caparaó, envolvendo os municípios de Dores do Rio Preto, Divino São Lourenço e Ibitirama.

Os municípios que fazem parte dessa rota são: Jerônimo Monteiro, Alegre, Guaçuí, São José do Calçado, Dores do Rio Preto, Divino São Lourenço, Ibitirama, Irupi, Iúna, Muniz Freire e Ibatiba;

Rota Caminho dos Imigrantes – ES – Esta Rota proporciona diversão e uma aula de cultura para quem procura conhecer um pouco de suas raízes ou, até mesmo, quer aprender mais sobre o Espírito Santo.

A Rota Caminhos do Imigrante passeia pela região montanhosa do Estado, pontuando como colônias e a cultura dos Imigrantes. Os municípios que compõem o trajeto são Cariacica, Itarana, Fundão, Itaguaçu, Santa Maria de Jetibá, Santa Leopoldina, Santa Teresa e São Roque do Canaã.

O passeio começa pelo município de Cariacica, Onde se destacam uma reserva de Duas Bocas e o Parque Estadual Mochuara, tombado Como Patrimônio Histórico-paisagístico. Fundão É o único município da rota que possui praias, além delas, a cidade tem uma área de Proteção Ambiental do Parque Municipal de Goiapaba-Açu.

Seguimos para Santa Maria de Jetibá, onde o visitante pode conhecer uma cultura da Comunidade do Tirol, além da Cachoeira do Véu da Noiva. Santa Teresa é uma terra de Augusto Ruschi, e abriga uma reserva de mesmo nome. Além disso, a localidade é sede do Museu de Biologia Professor Mello Leitão e é berço da imigração italiana.

A pedra e a capela de Santa Luzia da Onça são os principais destaques da cidade de Itarana. Já Itaguaçu, tem como diretor atrativo a Igreja Matriz Nossa Senhora Medianeira, a Cachoeira do Christofari e a pedra dos Cinco Pontões. Para finalizar, o município de São Roque do Canaã e por seus famoso alambiques e pela Igreja Nossa Senhora das Graças e de São Pedro.

Diversidade cultural

A diversidade cultural é uma das marcas do Espírito Santo. Na rota Caminho dos Imigrantes, formada por Cariacica, Itarana, Santa Teresa, Fundão, Itaguaçu, Santa Maria de Jetibá, Santa Leopoldina e São Roque do Canaã, conheça a participação dos colonos na história e desenvolvimento dos municípios.

Cariacica

Em Cariacica, conheça a Reserva Biológica de Duas Bocas, com 2.910 ha de mata atlântica, e o monte Mochuara, pedra de granito com 724 m de altura, que abrigou escravos na rebelião de Queimados. Em Fundão, as atrações são o Balneário de Praia Grande, com águas rasas e areias monazíticas e a Casa de Cultura, museu e biblioteca num sobrado construído em 1882.

Santa Leopoldina

Em Santa Leopoldina, visite o Sítio Histórico, com casarios seculares e o Museu do Colono, que funciona numa casa que pertenceu a Luiz Holzmeister, um dos fundadores da cidade.

Santa Maria do Jetibá

Em Santa Maria do Jetibá, que tem um dos melhores climas do mundo, visite o Museu da Imigração Pomerana, que conta a história dos imigrantes em painéis, fotografias e objetos.

Santa Teresa

Em Santa Teresa, visite o Vale do Canaã, um berço da colonização, a Reserva Biológica Augusto Rusch, com 3.600 ha, com aves raras e orquídeas, e o Museu de Biologia Professor Mello Leitão, com cerca de 7 mil orquídeas. Conheça também a antiga residência de Vigílio Lambert, uma das primeiras casas construídas por imigrantes italianos, por volta de 1876.

Fazem parte dessa rota os municípios: Cariacica, Itarana, Santa Teresa, Fundão, Itaguaçú, Santa Maria de Jetibá, Santa Leopoldina e São Roque do Canaã;

Rota do Verde e das Águas – ES – Cercado de belezas naturais, esse trajeto encantador possui praias desertas, reservas ecológicas, manguezais e lagoas, tudo isso em um clima tropical. Os municípios que compõem esta Rota são Vitória, Aracruz, Linhares, São Mateus e Conceição da Barra.

A Rota do Verde e das Águas constitui um roteiro de extremas riquezas naturais que permite ao turista adentrar-se na história dos municípios e vivenciar o bucolismo das praias.

A Rota do Verde e das Águas é focada nas belezas naturais e dispõe de praias desertas, reservas ecológicas, manguezais e lagoas. Composta pelos municípios de Vitória, Aracruz, Linhares, São Mateus e Conceição da Barra, o trajeto oferece aos visitantes tranquilidade e belas paisagens.

Começando pela capital, os visitantes podem apreciar o verde e as praias de Vitória. A cidade ainda dispõe de parques, como o parque Moscoso e o da Pedra da Cebola. Aracruz é a segunda parada do roteiro. Oriunda da mistura entre as culturas indígena e italiana, o município possui praias e reservas naturais, além de toda a estrutura para a prática de esportes de aventura.

Linhares é a principal cidade da rota, com 64 lagoas, o local é o maior complexo lacustre do Sudeste. Além de ser o maior município do Estado, Linhares abriga a maior lagoa em volume de água doce do país e é também a maior produção de mamão papaia do Brasil.

A próxima parada é São Mateus, município que possui diversas riquezas históricas, como o Sítio Histórico do Porto e os casarões antigos do século XVIII e XIX. Na Ilha de Guriri, os visitantes encontram praias de águas mornas, algumas semidesertas e a mata de restinga.

Finalizando a rota, chegamos ao município de Conceição da Barra. Com origens da cultura africana, a cidade se destaca na produção de artesanato, com objetos feitos em madeira e na música. Suas praias são lindas e cercadas por belezas naturais. Em Itaúnas está localizado o no Parque Estadual de Itaúnas, rico em ecossistemas e classificado como patrimônio da humanidade. Além das dunas, o local é conhecido também pelo forró, que atrai o grande público principalmente durante o festival, que acontece todo ano.

 

Circuitos

A rota conta com três circuitos, dois em Linhares e um em Aracruz. O primeiro é o Circuito Encantos e Sabores do Campo de Aracruz, que passa por 21 propriedades e abrange a culinária e os costumes do local. Em Linhares, o Circuito Turístico do Cacau e do Verde exalta a culinária rural encontrada nas fazendas de café da região. Já no Circuito Turístico do Coco e das Águas de Linhares o visitante pode aproveitar as lagoas e visitar as culturas do coco, pimenta-do-reino, e goiaba de mesa.

Tranquilidade e belas paisagens

A natureza que se observa na Rota do Verde e das Águas é sinônimo de muita tranquilidade e beleza. As tradições e a culinária de cada município dão um toque especial para o passeio se tornar ainda mais agradável.

A Rota do Verde e das Águas constitui um roteiro de extremas riquezas naturais que permite ao turista adentrar-se na história dos municípios e vivenciar o bucolismo das praias.

Vitória

Vitória é mar, lazer, porto, natureza, ilha, negócios, eventos, gastronomia e muito mais. É o centro e o símbolo da história, cultura e economia do Espírito Santo. A bela capital do Estado tem muito que mostrar, é a terceira mais antiga do país, fundada em 8 de setembro de 1551.
A deliciosa ilha possui 105 km² de praias, parques e um rico patrimônio histórico cultural. A parte histórica se concentra no centro da cidade, onde se podem apreciar belas construções do período colonial, como o Palácio Anchieta, construído no século XVI pelos jesuítas; a Catedral Metropolitana, com os seus belíssimos vitrais e o Teatro Carlos Gomes.
As praias da Curva da Jurema, Ilha do Boi e Ilha do Frade têm águas calmas, cortadas por rochedos. Há também a praia de Camburi, com mais de 6 km de calçadão e espaço para práticas esportivas. Com 91 m² de área verde por habitante, Vitória tem 12 parques e reservas ecológicas com trilhas e espaços para as atividades físicas e culturais.
O turismo de negócios e eventos vive seu melhor momento em função da sua localização estratégica; que fica muito próxima aos grandes centros urbanos; da profissionalização do receptivo, dos novos hotéis e restaurantes, além da formação da mão-de-obra especializada e a hospitalidade do povo capixaba.
A capital capixaba ainda oferece uma noite de muito charme e opções. No circuito de bares e restaurantes da Praia do Canto, Jardim da Penha, Orla de Camburi e Ilha das Caieiras, o visitante pode apreciar pratos sofisticados da culinária internacional e da culinária local, como as tradicionais Moqueca Capixaba e a Torta Capixaba, preparadas em panelas de barro. Possui espaços aconchegantes e interessantes, onde se pode aproveitar a noite, seja para apreciar sua culinária, seja para atravessar a madrugada numa pista de dança.

Aracruz

A 50 km da capital, encontra-se Aracruz que, cercada de atrativos naturais, abriga reservas das tribos Tupiniquins e Guarani, que comercializam seu artesanato. A partir da instalação da Usina de produção da Aracruz Celulose, o município tornou-se referência mundial na produção de celulose branquiada.

A imigração italiana e a preservação de culturas indígenas fazem de Aracruz um lugar único. A combinação de costumes tão diferentes são reveladas desde a culinária até as danças e as músicas. A natureza proporciona paisagens belíssimas que despertam uma sensação de harmonia em todos que visitam o local.
Dentre as praias, se destacam a praia Formosa, Coqueiral e Putiri. O manguezal da região é o quinto maior da América do Sul, onde é possível observar a diversidade da fauna e das espécies oceânicas. Aracruz também possui reservas ecológicas dos rios Piraquê-Açu e Piraquê-Mirim, sendo um grande atrativo para quem gosta de pesca esportiva. Os esportes radicais também são praticados na região, com muita aventura o salto de asa-delta é realizado do alto do Morro do Monte Serrat, com 700 m de altitude.
A religião e a cultura aparecem junto à história do município. Na centenária Igreja de São Benedito pode-se notar os traços do período colonial. E nos meses de novembro e dezembro, a Vila do Riacho realiza apresentações de Congo com muita música e dança para seguir em procissão para a Puxada do Mastro, evento tradicional em Aracruz.

Linhares

Linhares, município conhecido como Paraíso das Águas, abriga 25% das reservas de Mata Atlântica do Estado e 64 lagoas que formam o maior complexo lacustre da Região Sudeste, tendo como principal a Lagoa Juparanã, com 38 km de extensão. O mar, ondas fortes é apropriado a prática de esporte aquático. Na localidade de Regência, é desenvolvido o Projeto Tamar que cuida da preservação das espécies de tartarugas-marinhas. Quatro das cinco espécies encontradas no Brasil desovam no Espírito Santo.

Conhecido como paraíso das águas, Linhares possui 64 lagoas que formam o maior complexo lacustre da região Sudeste. No maior município do Estado existe uma extensa área verde onde se concentra grande quantidade de fauna e flora. Além das belas paisagens, a natureza exerce função importante na economia local.
O município é o maior produtor de mamão papaia do Brasil e a indústria moveleira é reconhecida nacionalmente, além disso, Linhares possui infraestrutura avançada pelas reservas de petróleo e gás.
A Lagoa Juparanã é a maior do país em volume de água doce. Com 36 km de extensão e 4 km de largura, ela recebe vários visitantes que procuram lazer, pesca e esportes aquáticos. As belezas naturais são apreciadas durante a trilha na Reserva Natural da Vale, com 21.787 hectares de Mata Atlântica. Vale a pena conhecer O Projeto Tamar e visualizar de perto as tartarugas marinhas. E o Parque das Orquídeas, Bromélias e Veredas.
Linhares vai além do que se imagina, localizada entre Aracruz e São Mateus, passagem obrigatória na Rota para conhecer e aproveitar as maravilhas desse lugar.

São Mateus

São Mateus tem à disposição do turista um rico patrimônio histórico/cultural. Nesse município está situado o Porto de São Mateus cujo entorno possui 32 sobrados, construídos nos séculos XVII e XIX e tombadas pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, que remetem o turista à época da aristocracia rural. No litoral, a ilha de Guriri, uma das maiores do Estado, anexada ao continente por uma ponte sobre o rio Mariricu, é o principal ponto turístico para quem curte badalação.

Com quase cinco séculos, São Mateus preserva até hoje os principais pontos que resgatam a história do município. O Sítio Histórico do Porto é um importante símbolo para a cidade, possuindo um conjunto arquitetônico de grande representação do passado, além de ser tombado pelo Conselho Estadual de Cultura - CEC, em 1976.
Quem visita este município se depara com construções antigas e às vezes inacabadas, é o caso das ruínas da Igreja Velha, desde o século XIX. A cultura se concentra em lugares que revelam também a história. Hoje, a Secretaria Municipal de Cultura, a Casa do Artesão, a Casa da Gastronomia, a Biblioteca Pública, a Sala Ciro Sodré e o Teatro Municipal estão localizados nos casarões antigos do século XVIII e XIX.
A Ilha de Guriri fica há 12 km da sede do município, as praias de águas mornas, algumas semidesertas e a mata de restinga são grandes atrativos que despertam a atenção de turistas do país inteiro. A infraestrutura hoteleira e de serviços traz conforto e agrada aos visitantes. Em apenas 25 km do Balneário de Guriri está localizada Barra Nova, aldeia de pescadores e daqueles que praticam esportes aquáticos e ecoturismo. Lugar perfeito para saborear frutos do mar e navegar sobre as águas calmas do rio Mariricu, que se encontra com o Oceano Atlântico.

Conceição da Barra

Conceição da Barra, a capital capixaba do forró, reúne dunas, praias, que apresentam piscinas na baixa da maré, e agrestes. No município também acontece o famoso Baile de Congo, um auto teatral popular com duração de uma semana. A festa conhecida como Ticumbi retrata a luta entre Reis de Bamba e Reis de Congo, que disputam o privilégio de promover a festa em homenagem a São Benedito. Conceição da Barra com um jeitinho de Nordeste transforma o distrito de Itaúnas no mais importante conjunto turístico do município. A principal característica de Itaúnas são suas dunas de até 30 metros de altura. Um lençol arenoso soprado pelo vento nordeste invadiu casas e cresceu progressivamente soterrando o primitivo núcleo populacional iniciado há mais de 300 anos. O município resguarda também o Parque Nacional de Itaúnas, criado em 1991, preserva uma variedade de ecossistemas integrados a fauna e a flora que lhe deu o título de Patrimônio da Humanidade concedido pela Unesco.

Cercado de praias e belezas naturais, as tradições folclóricas são representadas através das danças e das músicas, que envolvem pandeiro, viola, rimas e ritmos com movimentos de origem africana. É o Ticumbi e o Jongo, apresentados principalmente em louvor a São Benedito. A cultura também se destaca através dos artesanatos feitos em madeira.
As praias possuem águas mornas durante o ano todo, dentre elas se destacam a Praia da Barra, Guaxindiba e a famosa Riacho Doce. Situada na divisa do Espirito Santo com a Bahia, foi eleita em 2008, pelo guia Quatro Rodas e pelo site Viajeaqui, a segunda praia deserta mais bonita do Brasil. Cheia de encantos, é interessante saber que um pequeno córrego de água doce passa no local e deságua no mar, daí surgiu o seu nome. O aconchego que Riacho Doce proporciona aos turistas vai além de uma simples praia deserta.
Em Itaúnas as dunas e o verde são deslumbrantes, mas é no Parque Estadual de Itaúnas que se pratica o Ecoturismo e se encontra rios, alagados, restinga e praias, um excelente lugar para entrar em contato com a natureza. No final da tarde o forró ganha destaque e convida a todos para dançar, contemplar o pôr-do-sol e saborear o prato típico com pamonha assada na folha de bananeira e o beiju.

Fazem parte dessa rota os municípios: Vitória, Aracruz, Linhares, São Mateus, Conceição da Barra;

Rota dos Vales e do Café – ES – A Rota dos Vales e do Café faz parte de um circuito que oferece praias, natureza e muita história. Os munícipios do Sul do Espírito Santo que compõem a Rota são Vargem Alta, Cachoeiro de Itapemirim, Muqui, Mimoso do Sul e Marataízes.

Esta rota não será um produto para ser comercializado além das fronteiras capixabas, a exemplo da Rota do Sol e da Moqueca, do Mar e das Montanhas e a Rota do Verde e das Águas. O objetivo é estimular o turismo dentro do próprio Estado.

A diversidade cultural do Espírito Santo é uma das marcas do Caminhos do Imigrante, formado por Cariacica, Itarana, Santa Teresa, Fundão, Itaguaçu, Santa Maria de Jetibá, Santa Leopoldina e São Roque do Canaã. É possível ver como a ação conjunta dos colonos contribui para a criação e o desenvolvimento de municípios cheios de história para contar.

Em relação aos seus municípios, Cachoeiro de Itapemirim possui potencial direcionado ao turismo de negócios – responde por 60% da produção nacional de mármore e granito – Vargem Alta atende ao agroturismo; Muqui e Mimoso do Sul possuem casarios, que compõem o cenário do turismo histórico e cultural. Já Marataízes – cidade por onde o café era escoado – fecha a Rota dos Vales e do Café com turismo de lazer.

A Rota dos Vales e do Café retratam a época colonial e as tradições dos imigrantes libaneses, italianos e portugueses. No trajeto também são encontradas praias, natureza e principalmente história. Os municípios que participam da rota são: Vargem Alta, Cachoeiro de Itapemirim, Muqui, Mimoso do Sul e Marataízes.

A rota começa em Vargem Alta, município bucólico do sul do Estado. Os produtos típicos da região, como pães, licores, cachaças, vinhos de frutas e o artesanato, são uma das contribuições deixada pelos imigrantes italianos. O visitante pode ver de perto toda a produção dessas delícias, com a oportunidade de levar para casa os sabores que representam um pouquinho de Vargem Alta.

Seguimos para o município de Cachoeiro de Itapemirim, cidade do rei Roberto Carlos, e do maior cronista da língua portuguesa, Rubem Braga. Responsável por sediar 60% da produção de mármore e granito capixaba, o local também é cede da Reserva do Cafundó, rica em fauna e flora.

Muqui é o maior sítio histórico do Estado, com 200 imóveis tombados. No local é possível rever partes importantes da história do Espírito Santo, através da arquitetura. Além disso, a cidade é rica em belezas naturais. Partimos para Mimoso do Sul, onde existe o maior número de fazendas históricas do ciclo do café. O museu, o Antiquário São Miguel e a Casa de Artesanato são visitas imperdíveis para quem passa pelo município.

Para finalizar a rota, temos Marataízes, que possui 25 km de praias, além de córregos, mangues, falésias, lagoas e ilhas. O único município da rota banhado pelo mar teve importante contribuição para a economia do Estado, ao produzir açúcar e aguardente no século XIX.  

Vargem Alta

No lugar bucólico, as ruas são calmas e a infraestrutura hoteleira agrada aos turistas que procuram descanso e tranquilidade em uma temperatura média de 20 graus. O lazer diferenciado proporciona casas de chá, chalés e campo de golfe. O encontro com a natureza também é uma das maiores diversões de Vargem Alta. A dica é participar de trilhas, respirar um ar puro e em seguida mergulhar em alguma de suas belas cachoeiras, como a Cachoeira do Caiado, do Brother e a de São José, todas cercadas de muito verde. Outras opções de lazer é o Mirante do Alto Formoso, que com mil metros de altitude proporciona uma vista exuberante e a prática de parapente.
Os produtos típicos da região como pães, licores, cachaças, vinhos de frutas e o artesanato, surgiram da contribuição deixada pelos imigrantes italianos. Hoje, o visitante pode ver de perto toda a produção dessas especiarias, sendo uma oportunidade de levar pra casa um pouquinho de Vargem Alta. O principal artesanato deste município são os berrantes, conhecidos nacionalmente. Eles são feitos na fábrica de artefatos de chifres.

 

Cachoeiro de Itapemirim

Cachoeiro de Itapemirim é rico em produção cultural. Cidade do Rei da musica nacional, Roberto Carlos, e do maior cronista da língua portuguesa, Rubem Braga. A cidade é responsável por sediar 60% da produção de mármore e granito capixaba, sendo líder na economia do sul do Estado. As belezas naturais e as construções antigas também ganham destaque por lá.
As programações turísticas são uma mistura de cultura, história e diversão. Na Praça da Poesia são realizados vários eventos culturais. Ao seu lado está a famosa Casa dos Braga, onde nasceram Newton e Rubem Braga, e hoje abriga a biblioteca municipal e o acervo da família Braga. Já a Casa de Cultura Roberto Carlos, onde nasceu e cresceu o cantor, revela um pouco de sua vida e trajetória na música. Com mais de um século, tem ainda a famosa Fábrica de Pios de Aves. Desde o surgimento, o local produz artesanalmente apitos de madeira que transmitem sons parecidos com o som das aves. Estes objetos são conhecidos e exportados para vários países.
A Feira de Artesanatos acontece todas as sextas e sábados em frente ao Teatro Municipal. O acontecimento é uma diversão da cidade e atrai muitas pessoas.
No interior de Cachoeiro de Itapemirim, estão as belezas naturais que apresentam muita diversão e lazer. A Reserva do Cafundó fica a 30 minutos do Centro, e é o lugar propício para aproveitar o som da natureza e observar a fauna e a flora. Lá está a maior reserva particular do patrimônio natural do Estado, onde há um restaurante com a reconhecida cozinha caipira.
Em São Vicente se encontra a Cachoeira Alta, com 100m de queda, e a Pedra da Ema de Burarama,que recebe este nome por ter sua sombra, ao final da tarde, propagando a figura de uma ema na pedra.

Muqui

Estar em Muqui significa voltar ao passado. Com 200 imóveis tombados, a cidade é o maior sítio histórico do Espírito Santo. A arquitetura voltada para o século XX representa a indústria cafeeira, parte importante da história do Estado.
A viagem pelo tempo permite aos visitantes conhecerem uma cidade bucólica cheia de atrativos imperdíveis como a Matriz São João Batista, rica em detalhes e beleza. O encontro de Folia de Reis e o carnaval do Boi Pintadinho são realizados com muita alegria e animação, além de revelar o folclore local. Apesar de Muqui ter consigo um passado marcante, as belezas naturais não deixam a desejar e oferecem grandes emoções através das corredeiras, matas nativas, poços para banho e a imperdível visita pelas fazendas centenárias, com paisagens e muito verde.

 

Mimoso do Sul

A cidade com o maior número de fazendas históricas do ciclo do café tem muito a oferecer. As ruas são calmas, as pessoas hospitaleiras, a natureza diversificada e uma culinária peculiar vinda dos imigrantes libaneses e italianos.
A natureza em Mimoso do Sul é surpreendente, a paisagem vista de cima do monumento Cristo Redentor é encantadora e as cachoeiras das Garças, da Boa Esperança, da Serra, dos Pocitos, dos Lençois e do Chovisco são repletas de beleza. Em plena mata atlântica, no distrito de São José, é possível encontrar encachoeirados e poços de água cristalina. A cidade bucólica tem grupos de folia de reis, que se apresentam despertando a alegria e a cultura de seu povo.
A antiga sede do município, fundada em 1852 se encontra há alguns quilômetros da cidade. São Pedro de Alcântara do Itabapoana é hoje Patrimônio Histórico do Espírito Santo, com 41 imóveis tombados. Lá, existe o Projeto Cama & Café, onde o visitante fica hospedado na casa de algum morador. O museu, o Antiquário São Miguel e a Casa de Artesanato são visitas imperdíveis para quem passa pela cidade. Quando o clima esfria, a programação em São Pedro se estende para o Festival de Inverno da Sanfona e da Viola.

Marataízes

A única cidade da rota banhada pelo mar possui 25km de praias, além de córregos, mangues, falésias, lagoas e ilhas, bem diferente das outras cidades que compõe a Rota dos Vales e do Café. Apesar de ser o point de acampamentos, Marataízes também carrega um passado marcante na história. Na metade do século XIX a região contribuiu para a economia do Estado ao produzir açúcar e aguardente. A Igreja Nossa senhora dos Navegantes foi construída nesta mesma época e até hoje retrata as memórias do passado. Na região também existem as ruínas do antigo armazém, o Trapiche, e as ruínas do Palácio das Águias.
As praias da Barra, das Arraias, da Cruz, e da Areia Preta possuem areias monazíticas, conhecida nacionalmente pelas propriedades medicinais. Mais ao sul, a Lagoa do Siri completa o passeio com águas rasas e mornas. A Praia Boa Vista do Sul contém belíssimas paisagens e monumentais falésias. Vale a pena desfrutar as maravilhas das praias e saborear a moqueca e a torta capixaba, os deliciosos churrasquinhos de peixe e camarão e o tradicional peroá frito. O serviço de hospedagem oferece chalés, campings e pousadas. Com gostinho de quero mais, a cidade ainda produz um artesanato bem especifico. A madeira, o cipó, a embira e as conchas são a matéria prima e dão um toque especial na realização dos objetos, sendo uma ótima opção de presente e recordação do lugar.

Fazem parte dessa rota os municípios: Cachoeiro de Itapemirim, Muqui, Marataízes, Vargem Alta e Mimoso do Sul;

Rota do Sol e da Moqueca – ES – Lindas praias, tradições folclóricas e religiosas e gastronomia única fazem da Rota do Sol e da Moqueca uma das mais conhecidas e mais procuradas do Espírito Santo. Formada por Serra, Vitória, Vila Velha, Guarapari e Anchieta, reúne características ideais para quem aprecia turismo náutico, religioso e histórico, além de frutos do mar.

Essa foi a primeira rota criada no Espírito Santo. Própria para quem curte praia, turismo náutico, turismo religioso, histórico/cultural e gastronomia. Na culinária capixaba destaca-se pela moqueca e pela torta capixaba, pratos típicos feitos a base de frutos do mar, servidos em panela de barro, artesanato ligado às tradições indígenas. Vitória já contemplou um dos maiores carnavais fora de época da região Sudeste, o Vital.

A Rota do Sol e da Moqueca apresenta um roteiro de praias e gastronomia, além de ser uma excelente opção para quem procura turismo religioso e histórico. Os municípios que compõe a rota são Serra, Vitória, Vila Velha, Guarapari e Anchieta.

O trajeto começa em Vitória, onde é possível conhecer o patrimônio histórico cultural concentrado no centro da cidade, podemos citar a Catedral Metropolitana, o Teatro Carlos Gomes e o Palácio Anchieta. A capital possui várias praias e com elas, variadas opções de restaurantes de frutos do mar. Vila Velha é a nossa segunda parada e abriga um dos pontos turísticos mais famosos do Estado, o Convento da Penha. As Praias da Costa, Itapoã e Itaparica compõe uma orla contínua, onde existem pontos calmos e outros com ondas fortes.

O município da Serra possui, além das praias, o agroturismo, que pode ser encontrado no município através do desenvolvendo artesanal de produtos como licores, doces, biscoitos, geléias, cachaças e outros. Um destaque da cidade é o Mestre Álvaro, uma das maiores elevações litorâneas do Brasil.

Com uma agitada vida noturna e 46 opções de praias e enseadas, Guarapari dispõe de ampla gama de hotéis e pousadas, além de ter vários restaurantes especializados em frutos do mar. Para finalizar a rota, Anchieta é um município propício para a prática de esportes náuticos como Windsurf e pesca submarina. Além de abrigar uma das igrejas mais antigas do Brasil, a Igreja Nossa Senhora da Assunção, que sedia o Museu Nacional de Anchieta.

Circuitos

A rota possui quatro circuitos, todos focados no agroturismo. O turismo rural é o conjunto de atividades turísticas desenvolvidas no meio rural de um município, usufruindo da produção local, agregando valor a produtos e serviços e valorizando a cultura da comunidade. Os municípios que possuem circuitos são Guarapari, Vila Velha, Serra e Cariacica, que mesmo não fazendo parte da rota é contemplada no circuito. O município que se destaca nesse tipo de produção é Serra.

No município de Serra, as características folclóricas do povo capixaba podem ser apreciadas por meio das manifestações culturais. A Festa de São Benedito reúne tradições indígenas, negras e portuguesas. As Bandas de Congo que fazem louvores a São Benedito são uma das principais manifestações folclóricas do Estado. As praias preservam caracteristicas bucólicas, sendo indicadas para banhos de mar e algumas para a prática do surf.

Vila Velha, a cidade mais antiga do Estado, possui patrimônios como o Convento de Nossa Senhora da Penha, símbolo da fé capixaba que abriga em seu acervo a tela mais antiga da América Latina, a imagem de Nossa Senhora das Alegrias. Outro patrimônio a Igreja Nossa Senhora do Rosário, a primeira Igreja construída no Brasil pelos colonizadores. Aspectos históricos também podem ser admirados no Farol de Santa Luzia e no Museu Vale do Rio Doce, que conta a história da Estrada de Ferro Vitória-Minas e possibilita apreciar a locomotiva a vapor restaurada. Praias como a Praia da Costa, Itapoã e Itaparica garantem um prazeroso banho de sol e de mar.

Guarapari, conhecida como Cidade Saúde pelas propriedades medicinais de suas areias monazíticas, um dos balnearios mais badalados do litoral capixaba. Passeios de escunas e serviços de mergulho possibilitam ao turista conhecer as biodiversidades marinhas da costa capixaba. Casas noturnas e restaurantes garantem a diversão, principalmente no verão do município no turismo náutico. Boates e restaurantes garantem a diversão noturna.

O município de Anchieta, localizado no litoral sul do Esprito Santo, caracteriza-se pelo famoso carnaval de rua. Possui praias de águas cristalinas onde praticada a pesca submarina e o windsurf. No âmbito histórico, a Igreja Nossa Senhora da Assunção abriga o Museu Nacional de Anchieta que reúne peças de alto valor histórico e sacro. No âmbito histórico-cultural é realizada a caminhada que refaz o percurso do beato Pe. José de Anchieta, o qual denominamos Os Passos de Anchieta, que por sua vez finaliza o roteiro turístico ressaltando tradições e possibilitando desfrute das belezas litorâneas do Estado.

A Rota do Sol e da Moqueca conta com uma excelente infraestrutura. Além das atrações naturais, é rica em manifestações culturais como o congo, expressão máxima do folclore do Espírito Santo. A culinária capixaba é reconhecida internacionalmente, e tem como pratos principais a moqueca e a torta capixaba, além de outros pratos típicos à base de frutos do mar, servidos em panelas de barro, uma herança do artesanato indígena.

Serra

No município da Serra, as características folclóricas do povo capixaba podem ser apreciadas por meio das manifestações culturais. A Festa de São Benedito reúne tradições indígenas, negras e portuguesas. As Bandas de Congo que fazem louvores a São Benedito são uma das principais manifestações folclóricas do Estado. As praias preservam características bucólicas, sendo indicadas para banhos de mar e algumas para a prática do surf. Manguinhos e Jacaraípe são praias imperdíveis. O Mestre Álvaro, uma das maiores elevações litorâneas do Brasil, é um local de grande beleza, repleto de trilhas. O agroturismo também pode ser encontrado no município, desenvolvendo artesanalmente produtos como licor, doces, biscoitos geléia, cachaça e outros. Sítios e fazendas da região oferecem aos visitantes as mais variadas opções de lazer, como trilhas ecológicas, passeios a cavalo e pesca.

Vitória

Vitória é mar, lazer, porto, natureza, ilha, negócios, eventos, gastronomia e muito mais. É o centro e o símbolo da história, cultura e economia do Espírito Santo. A bela capital do Estado tem muito que mostrar, é a terceira mais antiga do país, fundada em 8 de setembro de 1551.
A deliciosa ilha possui 105 km² de praias, parques e um rico patrimônio histórico cultural. A parte histórica se concentra no centro da cidade, onde se podem apreciar belas construções do período colonial, como o Palácio Anchieta, construído no século XVI pelos jesuítas; a Catedral Metropolitana, com os seus belíssimos vitrais e o Teatro Carlos Gomes.
As praias da Curva da Jurema, Ilha do Boi e Ilha do Frade têm águas calmas, cortadas por rochedos. Há também a praia de Camburi, com mais de 6 km de calçadão e espaço para práticas esportivas. Com 91 m² de área verde por habitante, Vitória tem 12 parques e reservas ecológicas com trilhas e espaços para as atividades físicas e culturais.
O turismo de negócios e eventos vive seu melhor momento em função da sua localização estratégica; que fica muito próxima aos grandes centros urbanos; da profissionalização do receptivo, dos novos hotéis e restaurantes, além da formação da mão-de-obra especializada e a hospitalidade do povo capixaba.
A capital capixaba ainda oferece uma noite de muito charme e opções. No circuito de bares e restaurantes da Praia do Canto, Jardim da Penha, Orla de Camburi e Ilha das Caieiras, o visitante pode apreciar pratos sofisticados da culinária internacional e da culinária local, como as tradicionais Moqueca Capixaba e a Torta Capixaba, preparadas em panelas de barro. Possui espaços aconchegantes e interessantes, onde se pode aproveitar a noite, seja para apreciar sua culinária, seja para atravessar a madrugada numa pista de dança.

Vila Velha

Vila Velha, a cidade mais antiga do Estado, e também a mais populosa, com 398 mil habitantes. Possui patrimônios como o Convento de Nossa Senhora da Penha, símbolo da fé capixaba que abriga em seu acervo a tela mais antiga da América latina, a imagem de Nossa Senhora das Alegrias. Outro patrimônio é a Igreja Nossa Senhora do Rosário, a primeira Igreja construída no Brasil pelos colonizadores. Aspectos históricos também podem ser admirados no Farol de Santa Luzia e no Museu Vale do Rio Doce, que conta a história da Estrada de Ferro Vitória-Minas e possibilita apreciar a locomotiva a vapor restaurada. Praias como a Praia da Costa, Itapoá e Itaparica garantem um prazeroso banho de sol e de mar. O balneário da Barra do Jucu encanta os turistas com o congo e esportes aquáticos.

Guarapari

Guarapari, conhecida como Cidade Saúde pelas propriedades medicinais de suas areias monazíticas, é um dos balneários mais badalados do litoral capixaba, possuindo 46 praias e enseadas de grande beleza . Passeios de escunas e serviços de mergulho possibilitam ao turista conhecer as biodiversidades marinhas da costa capixaba. Casas noturnas e restaurantes garantem a diversão. É dotada de ampla rede hoteleira. Para os adeptos do mergulho, o arquipélago de Três Ilhas, em Guarapari, guarda muitas surpresas. Suas águas calmas permitem até o mergulho noturno. Na Ilha Escalvada, pode-se mergulhar e visitar o recife artificial marinho, criado à partir do afundamento do navio Victory B8. Na praia de Meaípe, antiga aldeia de pescadores, são praticados vários tipos esportes náuticos como remo, vela e Jet ski, sendo possível alugar caiaques e banana boats. A Enseada Azul e a Praia dos Padres formam outro complexo de praias e enseadas de grande beleza.

Anchieta

O município de Anchieta, localizado no litoral sul do Espírito Santo, caracteriza-se pelo famoso carnaval de rua. Possui 23 praias de águas cristalinas onde é praticada a pesca submarina e o windsurf. No âmbito histórico, a Igreja Nossa Senhora da Assunção abriga o Museu Nacional de Anchieta que reúne peças de alto valor histórico e sacro. No âmbito histórico-cultural é realizada a caminhada que refaz o percurso do beato Pe. José de Anchieta,chamada de Os Passos de Anchieta, que por sua vez finaliza o roteiro turístico ressaltando tradições e possibilitando desfrute das belezas litorâneas do Estado.

Fazem parte dessa rota os municípios: Vitória, Serra, Guarapari, Vila Velha e Anchieta;

Rota da Costa e da Imigração – ES – Os caminhos e a história traçados pelos imigrantes alemães e italianos são apresentados na Rota da Costa e da Imigração.

Assim como a Rota dos Vales e do Café, a Rota da Costa e da Imigração (nome sugerido pelos prefeitos do municípios componentes) tem como estratégia principal incentivar o turismo interno. O objetivo é enaltecer os imigrantes do Sul do Estado, que chegaram ao Espírito Santo pelo Porto de Anchieta, e destacar hoje o Turismo de aventura.

A Rota da Costa e da Imigração passa por praias e cachoeiras, além de proporcionar ao visitante a prática de esportes de aventura e vivenciar culturas e festas típicas que contam a história da colonização do Espírito Santo. A rota passa por Anchieta, Alfredo Chaves, Iconha, Piúma, Itapemirim, Marataízes e Presidente Kennedy.

Começamos no município de Anchieta, onde o visitante pode apreciar praias propícias para a prática de esportes náuticos, além de visitar pontos históricos. Seguimos para Alfredo Chaves, região repleta de cachoeiras, onde se praticam diversos esportes de aventura, como trekking, off-road, e o voo livre de parapente. Conhecida como a capital estadual da Banana, Iconha é rica em artesanato e na pesca.

Seguindo a diante, chegamos ao município de Piúma, também conhecido como cidade das conchas. O apelido vem da grande produção de artesanato com o material. As praias com areias monazíticas, as ilhas e o monte Aghá, são outros atrativos do local. Já Itapemirim, tem na formação rochosa O Frade e a Freira o ponto turístico mais famoso do município. Nele são praticados esportes de aventura, como o rapel, o voo livre e trilhas.

Para finalizar, a rota passa pelo município de Marataízes, que possui mangues, falésias, lagoas e ilhas, além de ser propício para acampamentos. Presidente Kennedy, que faz divisa com o Rio de Janeiro, encerra a rota e o Estado com suas belas praias.

A região do Estado, cortada por cachoeiras (área de montanhas) e falésias (nos municípios litorâneos. Há também como atrativos o artesanato à base de conchas do mar, fibra de bananeira, madeira, bambu e escama de peixe e no folclore o congo, danças portuguesa e italiana, folia de reis e blocos de carnaval.

Resgate e heranças

Emoção e diversão são encontrados na Rota da Costa e da Imigração. A história e a cultura dos imigrantes também podem ser vistas de perto. Ao desbravar esse percurso repleto de belezas naturais o visitante encontra praias semidesertas, cachoeiras, esportes, festas e muita cultura. Os municípios que compões a Rota são: Anchieta, Alfredo Chaves, Iconha, Piúma, Itapemirim, Marataizes e Presidente Kennedy.

Anchieta

O município de Anchieta, localizado no litoral sul do Espírito Santo, caracteriza-se pelo famoso carnaval de rua. Possui 23 praias de águas cristalinas onde é praticada a pesca submarina e o windsurf. No âmbito histórico, a Igreja Nossa Senhora da Assunção abriga o Museu Nacional de Anchieta que reúne peças de alto valor histórico e sacro. No âmbito histórico-cultural é realizada a caminhada que refaz o percurso do beato Pe. José de Anchieta,chamada de Os Passos de Anchieta, que por sua vez ressalta tradições e possibilita o desfrute das belezas litorâneas do Estado.

Alfredo Chaves

Lugar de descanso e adrenalina, este contraste é a marca de Alfredo Chaves. Apenas 81 km de distância da capital Vitória, este município bucólico transmite aconchego à todos que passam por aqui. A região montanhosa permitiu o surgimento de cachoeiras belíssimas que hoje são muito utilizadas para a prática de esportes.
As cachoeiras como Matilde, Iracema, Tororoma, Daroz, e Vovó Lúcia atraem aqueles que pretendem praticar o trekking, o off-road, e o voo livre de parapente, muito procurado por aqueles que gostam de adrenalina.. Apesar da cidade ter uma das melhores rampas de voo livre do país, outros esportes como o MotoCross, o bikecross, o rapel e as caminhadas ecológicas também atraem muitos visitantes. Com belezas naturais e um povo acolhedor Alfredo Chaves agrada a todos que visitam o local.

 

Presidente Kennedy

O último pedacinho do Espírito Santo tem o Rio Itabapoana para traçar a divisa com o Rio de Janeiro. Apesar de finalizar o Estado, esta cidade ainda oferece muita diversão. Praias, comidas típicas, esportes e animação cercam o lugar e deixa o visitante com gostinho de quero mais.
A tradição é o Jongo, deixado pelos negros, a musica com ritmo forte é feita com tambores de madeira. Essa cultura até hoje é muito respeitada na região e praticada pelos moradores. Os artesanatos são feitos de madeira, coco seco e conchas.
A Praia das Neves é tranqüila e calma, já em Marobá se encontra agito e esportes náuticos durante o verão. Este pedacinho do Sul do Espírito Santo consegue resumir a Rota da Costa e da Imigração ao apresentar belezas naturais e um povo muito acolhedor. Com certeza o visitante se despede com recordações para a vida toda.

Marataízes

A cidade é banhada pelo mar, possui 25km de praias, além de córregos, mangues, falésias, lagoas e ilhas, bem diferente das outras cidades que compõe a Rota da Costa e da Imigração. Apesar de ser o point de acampamentos, Marataízes também carrega um passado marcante na história. Na metade do século XIX a região contribuiu para a economia do Estado ao produzir açúcar e aguardente. A Igreja Nossa senhora dos Navegantes foi construída nesta mesma época e até hoje retrata as memórias do passado. Na região também existem as ruínas do antigo armazém, o Trapiche, e as ruínas do Palácio das Águias.
As praias da Barra, das Arraias, da Cruz, e da Areia Preta possuem areias monazíticas, conhecida nacionalmente pelas propriedades medicinais. Mais ao sul, a Lagoa do Siri completa o passeio com águas rasas e mornas. A Praia Boa Vista do Sul contém belíssimas paisagens e monumentais falésias. Vale a pena desfrutar as maravilhas das praias e saborear a moqueca e a torta capixaba, os deliciosos churrasquinhos de peixe e camarão e o tradicional peroá frito. O serviço de hospedagem oferece chalés, campings e pousadas. Com gostinho de quero mais, a cidade ainda produz um artesanato bem especifico. A madeira, o cipó, a embira e as conchas são a matéria prima e dão um toque especial na realização dos objetos, sendo uma ótima opção de presente e recordação do lugar.

Iconha

Conhecida como a Capital da Banana do Estado, Iconha tem como principal forma de desenvolvimento o plantio de frutas. O artesanato também ganha ênfase, feito da fibra da bananeira estes objetos ganham os olhares atentos seguido de elogios por todos que conhecem o trabalho. A pesca também fortalece a economia da região, sendo mais fácil encontrar pratos deliciosos a base de frutos do mar. O encontro com a cultura deixada pelos imigrantes italianos faz de Iconha um lugar especial, sendo possível ver nos costumes dos moradores alguns resquícios de tradições tanto antigas como européia. As ruas deste vilarejo são calmas e as casas ainda mantêm os traços deixados pelos imigrantes. Este Lugar recebe bem os turistas, que na maioria das vezes encontram em Iconha o local ideal para descansar.

Piúma

Situada no litoral capixaba, Piúma é conhecida como cidade das conchas tanto pelo uso da matéria prima na produção dos artesanatos, como na grande variedade de conchas encontrada nas praias. As ruas tranqüilas desta cidade ficam super agitadas durante o carnaval, quando visitantes de vários lugares visitam o município em busca de agito.
Um dos grandes atrativos deste lugar também são as praias, que possuem areias monazíticas e água morna e rasa. O Monte Aghá - "Monte de ver Deus" em língua indígena contém 340 metros de altura, e está localizado entre Piúma e Itapemirim, lá de cima a vista é deslumbrante. Vale a pena conferir as ilhas do Gambá, Meio, Cabritos e Franceses do alto do Monte Aghá. As belezas encontradas em Piúma são únicas e sem duvida um lugar imperdível nesta Rota.

Itapemirim

Este município vai além do que se imagina. A história e as belezas naturais de Itapemirim revelam muito do Estado e agrega natureza e curiosidades que faz do passeio uma aventura.
A formação rochosa - O Frade e a Freira, são montanhas que revelam a imagem do encontro de um frade e uma freira, despertando a atenção de todos, inclusive de poetas e artistas. Essas pedras de granito é o ponto ideal para a prática de esportes como o rapel, o voo livre e as trilhas. O primeiro município do Estado na pesca de atum e dourado para exportação tem também o plantio de cana-de-açúcar como desenvolvimento econômico.
Para conhecer um pouco da história deste município vale a pena visitar a centenária Igreja Matriz, fundada em 1853. Há também as ruínas da Estação de Cargas da Leopoldina, inaugurada em 1930 e recebia toda a carga de exportação.

Fazem parte dessa rota os municípios: Anchieta, Alfredo Chaves, Iconha, Piúma, Itapemirim, Marataízes e Presidente Kennedy;

Rota do Mar e das Montanhas – ES – A combinação distinta do mar e das montanhas se entrelaça em um roteiro imperdível e rico em aventura, história, cultura, e muita diversão.

Na Rota do Mar e da Montanha os visitantes podem apreciar as praias e em 40 minutos, chegar na região de montanhas. Composta pelos municípios de Vitória, Viana, Domingos Martins, Marechal Floriano e Venda Nova do Imigrante.

Começando pela capital Vitória e suas belas praias, a ilha é a terceira capital mais antiga do país, fundada em 8 de setembro de 1551. As praias da Curva da Jurema, Ilha do Boi e Ilha do Frade têm águas calmas, cortadas por rochedos. Há também a praia de Camburi, com mais de 6 km de calçadão e espaço para práticas esportivas. Além das belezas naturais, a cidade é rica em história.

O agroturismo é destaque em Viana, além do museu ferroviário e da casa da cultura. Domingos Martins é um município rico em história, quem mantém preservadas as culturas alemã e italiana em sua gastronomia, no artesanato e na arquitetura. O local é internacionalmente conhecido e possui excelente infraestrutura para hospedagem, além de ter estrutura para prática de esportes de aventura. A cidade tem diversas festas e comemorações típicas, como o Festival de Inverno e Festival Internacional do Vinho.

Seguimos para Marechal Floriano, onde podemos visitar os orquidários da cidade, o Nego Plantas e o Florabela Orquídeas. Além da culinária local, que oferece pratos deliciosos e diversificados, com a combinação dos imigrantes europeus. Para finalizar, temos Venda Nova do Imigrante, propícia para a prática de esportes de aventura, a cidade tem como forte o agroturismo.

 

Circuitos

 

Circuito Turístico Rural do Chapéu

Localizado na Estrada do Chapéu, a uma altitude de 870 m, este circuito possibilita a vista do município de Domingos Martins e da capital, além de poder provar a culinária dos imigrantes alemães.

 

Circuito Turístico Rural do Galo

Está situado na comunidade do Galo e inserido na Mata Atlântica. As opções de lazer estão ligadas também à prática de esportes radicais.

 

Circuito Turístico Rural do Vale da Estação

Está situado no Distrito de Santa Isabel, onde se iniciou a colonização de Domingos Martins. O Circuito oferece produtos caseiros, como bombons, doces, massas, embutidos, licores, além do artesanato. Além de belezas naturais.

 

Circuito Turístico Caminhos da Roça de Afonso Cláudio

Esse é um destino que nos leva ao pitoresco mundo do homem do campo, com suas tradições, simplicidade e bucolismo. Da cidade ao campo, neste circuito são revelados antigos costumes preservados até hoje.

 

Circuito Turístico Vale do Verde de Marechal Floriano

Neste circuito você vai descobrir os encantos do agroturismo em Marechal Floriano. São empreendimentos rurais que se desenvolveram e se adaptaram para receber turistas que buscam contato imediato com a deliciosa vida do campo.

 

Circuito Turístico: Orgânicos & Naturais de Domingos Martins

A região de Pedra Azul, além de ser reconhecida como um dos três melhores climas do mundo abriga a segunda maior cobertura de Mata Atlântica do país.

 

Circuito Turístico do Agroturismo de Venda Nova do Imigrante

O agroturismo de Venda Nova surgiu sem nenhum planejamento. Os turistas simplesmente começaram a entrar nas propriedades rurais com o objetivo de conhecer como os produtos eram feitos. São plantações, produtos artesanais e comidas.

 

Circuito Turístico Caminhos da Natureza de Castelo

Formado pelos quatros elementos essenciais da vida - o fogo que aquece (Caminho do Forno Grande), a água que sacia (Caminho das Cachoeiras), a terra que alimenta (Sabores da Terra)  e o ar que respiramos (Caminho do Voo Livre), este circuito se torna um destino perfeito para os apaixonados pelo turismo e que buscam a integração plena e harmoniosa com a natureza.

 

Circuito Turístico da Uva e do Café

“Uma mistura de sabores” é o que você encontra neste circuito em Vargem Alta. Hospedagem, restaurantes, pesque-pague; produção, degustação e venda de uvas in natura e derivados, produtos caseiros, licores, artesanatos, além de móveis rústicos em madeira sob encomenda.

Aconchego e diversão

A combinação distinta do mar e das montanhas se entrelaça em um roteiro imperdível e rico em aventura, história, cultura, e muita diversão. As peculiaridades de cada município são reveladas através das praias, das cachoeiras, da culinária e principalmente das diferenças climáticas encontradas na Rota do Mar e das Montanhas.

O visitante pode apreciar as praias ensolaradas e saborear a típica moqueca capixaba e, em apenas 40 minutos, desfrutar o aconchego das montanhas com direito a pratos alemães e italianos. Esse circuito propõe o resgate histórico e o conhecimento de uma cultura peculiar trazida por imigrantes de cada região.

Vitória

Vitória é mar, lazer, porto, natureza, ilha, negócios, eventos, gastronomia e muito mais. É o centro e o símbolo da história, cultura e economia do Espírito Santo. A bela capital do Estado tem muito que mostrar, é a terceira mais antiga do país, fundada em 8 de setembro de 1551.

A deliciosa ilha possui 105 km² de praias, parques e um rico patrimônio histórico cultural. A parte histórica se concentra no centro da cidade, onde se podem apreciar belas construções do período colonial, como o Palácio Anchieta, construído no século XVI pelos jesuítas; a Catedral Metropolitana, com os seus belíssimos vitrais e o Teatro Carlos Gomes.

As praias da Curva da Jurema, Ilha do Boi e Ilha do Frade têm águas calmas, cortadas por rochedos. Há também a praia de Camburi, com mais de 6 km de calçadão e espaço para práticas esportivas. Com 91 m² de área verde por habitante, Vitória tem 12 parques e reservas ecológicas com trilhas e espaços para as atividades físicas e culturais.

O turismo de negócios e eventos vive seu melhor momento em função da sua localização estratégica; que fica muito próxima aos grandes centros urbanos; da profissionalização do receptivo, dos novos hotéis e restaurantes, além da formação da mão-de-obra especializada e a hospitalidade do povo capixaba.

A capital capixaba ainda oferece uma noite de muito charme e opções. No circuito de bares e restaurantes da Praia do Canto, Jardim da Penha, Orla de Camburi e Ilha das Caieiras, o visitante pode apreciar pratos sofisticados da culinária internacional e da culinária local, como as tradicionais Moqueca Capixaba e a Torta Capixaba, preparadas em panelas de barro. Possui espaços aconchegantes e interessantes, onde se pode aproveitar a noite, seja para apreciar sua culinária, seja para atravessar a madrugada numa pista de dança.

Viana

Viana faz parte da região metropolitana da Grande Vitória, apesar de manter características de uma pacata cidade do interior. Essa marca você vê em todo o município, onde o agroturismo e o turismo rural são destaques. Aqui, você pode fazer um gostoso passeio pelos sítios que preparam, artesanalmente, vários tipos de produtos caseiros. Tudo isso vem da tradição deixada pelos imigrantes que chegaram ao município no Século XIX: portugueses, negros, indígenas, italianos e alemães. Na Casa da Cultura, é possível retornar ao passado, contemplando o acervo fotográfico e utensílios mobiliários que preservam a história. O Casarão, que pertencia à Família Lyrio, localizado na sede da cidade, é uma relíquia da arquitetura açoriana. Essa casa que já hospedou até o Imperador D. Pedro II é considerada uma das construções mais antigas do Espírito Santo. Outra opção é a prática de esportes radicais: treekking, vôo livre, trilhas ou motocross. E pra completar, que tal um mergulho no parque aquático, com toboáguas e bicas d´água naturais? É diversão garantida.

O agroturismo é destaque na região metropolitana de Viana e atrai pessoas que procuram algo tranqüilo, rústico e emocionante. Os produtos típicos como geléias, doces, biscoitos, licores e vinhos fazem parte da tradição e contribui para a economia local.

O município histórico possui uma cultura ampla com imigração de italianos, portugueses e alemães, e a interação com os povos indígenas e com os negros. Esse sincretismo possibilitou um local de diversas atrações. A cidade possui o Museu Ferroviário, construído em 1895, a Casa da Cultura com acervo fotográfico e objetos que retratam momentos e sintetizam a história do município.

Ao passar em Viana vale a pena conhecer os casarios antigos e caminhar pelos sítios, que em sua grande maioria estão abertos à visitação. Apesar de ser uma cidade antiga com características de interior, Viana também possui cachoeiras, treeking, vôo livre, trilha e motocross, ideal para quem gosta de esportes radicais.

Domingos Martins

Domingos Martins caracteriza-se pelas particularidades da culinária resultante da influência dos colonizadores alemães e italianos. A cidade possui arquitetura marcante e clima europeu. O município possui uma excelente Infraestrutura hoteleira, com opções de cafés coloniais e paisagens exuberantes. O turismo de aventura também é apreciado nesta região e praticado em cadeias de montanha. O Parque Estadual Pedra Azul é uma referência da região, possuindo trilhas e piscinas naturais. Em Domingos Martins acontecem eventos como: o Encontro Internacional dos Amigos do Vinho que reúne os maiores someliers do país e atrações internacionais e o Festival Internacional de Inverno, que apresenta concertos musicais que atraem muitos visitantes e turistas.

Clima agradável, exuberantes paisagens, comidas típicas e povo acolhedor, em apenas 42 minutos da capital Vitória, Domingos Martins, possui desde o conforto das montanhas até os requintados pratos de origem alemã e italiana. O município ainda mantém fortes traços de seus antepassados que podem ser observados na culinária, na cultura, no artesanato e na arquitetura.

Com uma excelente infraestrutura em hotéis e pousadas, o local é hoje conhecido nacional e internacionalmente e recebe um grande número de turistas durante o ano, especialmente quando chega a temporada de inverno. Dois eventos importantes realizados nessa época do ano são o Festival Internacional do Vinho e o Festival de Inverno.

Além das belezas naturais, o visitante pode praticar diferentes tipos de esportes, como trilhas, rapel nas cachoeiras, passear a cavalo por lindas paisagens e se aventurar num emocionante rafting pelas corredeiras do Rio Jucu.

Marechal Floriano

Conhecida como cidade das Orquídeas, Marechal Floriano possui uma vasta quantidade de espécies de orquídeas nas matas ao redor da cidade. Da imigração italiana a alemã, você pode apreciar deliciosos pratos típicos, nos restaurantes tradicionais da região, acompanhados por um agradável clima de montanha. A dança e os corais cultivam as tradições, com grupos italianos e alemães que viajam por todo o Brasil levando, nas danças e na música, a alegria trazida pelos imigrantes e a esperança de progresso de novas terras, onde hoje predominam a agricultura familiar.

Com a chegada dos imigrantes alemães e italianos, Marechal Floriano foi o primeiro núcleo de colonização capixaba. Hoje os centros culturais da cidade, as igrejas e os monumentos resgatam essa interessante história, já que os restaurantes apresentam pratos deliciosos e diversificados com a combinação dos imigrantes europeus. O clima frio das montanhas contribui para a visita ficar ainda mais surpreendente.

Os grupos de dança e de música da região fazem apresentações por todo o país e preservam as tradições dos colonos de trazer esperança e progresso para as novas terras, que hoje predomina a agricultura familiar com o cultivo de café, legumes, hortaliças e a criação de frangos.

Marechal Floriano também possui uma natureza exuberante. Há várias espécies de orquídeas em volta da cidade, além dos orquidários. A paisagem é privilegiada e do alto do Mirante do Restaurante Grossmutter é possível ter uma vista panorâmica de Vitória, Vila Velha e Guarapari. O pôr-do-sol é deslumbrante e inesquecível.

Venda Nova do Imigrante

Venda Nova do Imigrante é conhecido pela Festa da Polenta que preserva costumes e tradições italianas. O município também resguarda os traços fisionômicos dos tempos do período da colonização. Dentre os segmentos explorados, destaca-se o agroturismo, turismo de aventura e o ecoturismo. O agroturismo em Venda Nova do Imigrante é uma referência do turismo nacional. As propriedades rurais oferecem opções de compras de uma grande variedade de produtos caseiros como doces, geléias, pães, café, queijo e onde o turista tem a oportunidade de acompanhar os processos de produção dos alimentos e do dia-a-dia da vida rural.

O agroturismo tem marca registrada em Venda Nova do Imigrante. Os produtos típicos como geléias, embutidos, doces e biscoitos, e as belezas naturais também são atrativos da região colonizada por italianos. Apesar de ser uma cidade moderna, Venda Nova do Imigrante ainda é tranquila e possui marcas da antiguidade presentes, desde os traços fisionômicos, até alguns pelos costumes da população, que são "passados de pai para filho". Um exemplo é a típica polenta, trazida pelos italianos e que hoje atrai vários turistas para conhecer a Festa da Polenta. Comemorada uma vez ao ano a festa atrai cerca de 30 mil turistas e intensifica o desenvolvimento do município.

Em Venda Nova também há o Projeto Amigo Jequitibá, destinado a preservar a Mata Atlântica. O trekking e voo livre são praticados no local por aqueles que procuram um pouco de aventura. A natureza e o ar puro também são propícios para quem pretende relaxar e desfrutar desta cidade calma e acolhedora.

Fazem parte dessa rota os municípios: Vitória, Viana, Marechal Floriano, Domingos Martins e Venda Nova;

Rota do Mármore e do Granito – ES – Uma rota de bons negócios

O potencial das rochas ornamentais capixabas atrai grandes negócios nacionais e internacionais para o Estado. O roteiro percorrido por compradores de pedras e profissionais do segmento forma a Rota do Mármore e do Granito, a primeira voltada especificamente ao turismo de negócios no Brasil. Sobressaem Cachoeiro de Itapemirim, no sul, Nova Venécia, no norte, e Vitória, no centro.

O Espírito Santo é o principal produtor e o maior processador e exportador de rochas ornamentais do Brasil. Responde por praticamente metade da produção e das exportações do País. Também concentra mais da metade do parque industrial brasileiro. Estima-se, para esse segmento, um crescimento médio de 30% nas exportações nos próximos três anos. Além disso, investimentos da ordem de US$ 1 bilhão até 2013.

A Rota do Mármore e do Granito foi criada em função da Feira Internacional do Mármore e do Granito, a partir do roteiro percorrido por compradores de pedras e profissionais do segmento. Essa é a primeira rota turística voltada especificamente para o turismo de negócios no Brasil.

Os municípios que fazem parte do trajeto são: Cachoeiro de Itapemirim, Nova Venécia, Vitória, Barra de São Francisco, Ecoporanga, Água Doce do Norte, Pancas, Baixo Guandu, Vila Pavão, Muqui, Rio Bananal, São Domingos do Norte, Águia Branca, Alegre, Atílio Vivácqua, Castelo, Conceição do Castelo, Linhares, Mimoso do Sul, Serra e Viana.

O Espírito Santo é o principal produtor e o maior processador e exportador de rochas ornamentais do Brasil. Responde por praticamente metade da produção e das exportações do País e concentra mais da metade do parque industrial brasileiro. Por isso, a rota é tão importante para o Estado. O destaque da produção são os municípios de Cachoeiro de Itapemirim, Nova Venécia e Vitória.

Vitória, com seu complexo portuário, consiste na principal via de exportação de blocos e chapas de pedras ornamentais do País. A capital sedia uma das duas edições anuais da Feira Internacional do Mármore e Granito, a Vitória Stone Fair Brasil. O evento exerce um papel fundamental para o desenvolvimento organizacional e tecnológico desse segmento, pois é nele que as empresas apresentam suas novidades. A outra edição da feira, a Cachoeiro de Itapemirim Stone Fair, é realizada em Cachoeiro de Itapemirim. A cidade é o maior pólo processador do Brasil, nacionalmente conhecido por seu parque industrial de beneficiamento de rochas ornamentais – o maior do estado.

No norte do estado, a extração e o beneficiamento do mármore e do granito estimularam o desenvolvimento dos municípios da Rota e incentivaram a criação de milhares de empregos. A região é conhecida como Núcleo de Extração de Nova Venécia e tem este município como referência.
Para Ver

Potencial

A exploração de rochas ornamentais é o terceiro maior gerador de receita para o estado e responde por 7% do produto interno bruto (PIB) capixaba. Das 26 maiores empresas brasileiras exportadoras de rochas ornamentais com faturamento superior a US$ 10 milhões em 2007, 21 encontram-se instaladas no Espírito Santo.

O tamanho das jazidas e a importância dos negócios alavancados por esse segmento da economia capixaba justificam a inclusão de 21 municípios na Rota do Mármore e Granito.

No sul do estado, onde Cachoeiro de Itapemirim se destaca como principal centro de extração concentra-se as jazidas de mármore. Ao Norte, que tem Nova Venécia como referência, estão as jazidas de granito.

Tecnologia

O principal parque industrial de beneficiamento das rochas ornamentais capixabas fica no sul do estado. Paralelamente, a Região Metropolitana da Grande Vitória registra um crescimento do número de empresas de processamento de mármore e de granito, responsáveis pela oferta de produtos de maior valor agregado.

Mercado

A modernização das instalações físicas e das relações de comércio, especialmente com o mercado exterior – intimamente relacionada a profissionalização do segmento de rochas ornamentais no estado -, e a promoção de eventos realizados para divulgar a produção regional – a exemplo da Vitória Stone Fair e da Cachoeiro Stone Fair – aumentaram a competitividade das empresas localizadas nos municípios da Rota.

Economia e Cultura

O potencial das rochas ornamentais capixabas atrai grandes negócios nacionais e internacionais para o Estado. O roteiro percorrido por compradores de pedras e profissionais do segmento forma a Rota do Mármore e do Granito, a primeira voltada especificamente ao turismo de negócios no Brasil. Os municípios de Cachoeiro de Itapemirim, Nova Venécia e Vitória se sobressaem na rota, que ainda possui os municípios de Barra de São Francisco, Ecoporanga, Água Doce do Norte, Pancas, Baixo Guandu, Vila Pavão, Muqui, Rio Bananal,São Domingos do Norte, Águia Branca, Alegre, Atílio Vivacqua, Castelo, Conceição do Castelo, Linhares, Mimoso do Sul, Serra e Viana.

O Espírito Santo é o principal produtor e o maior processador e exportador de rochas ornamentais do Brasil. Responde por praticamente metade da produção e das exportações do País e concentra mais da metade do parque industrial brasileiro.

Vitória, com seu complexo portuário, consiste na via principal de exportação de blocos e chapas de pedras ornamentais do Brasil. Sedia uma das duas edições anuais da Feira Internacional do Mármore e Granito, a Vitória Stone Fair Brasil. O evento exerce um papel fundamental para o desenvolvimento organizacional e tecnológico do segmento, pois é nele que as empresas apresentam suas novidades. A outra edição da feira acontece em Cachoeiro de Itapemirim, que é o maior pólo processador do Brasil, nacionalmente conhecido por seu parque industrial de beneficiamento de rochas ornamentais.

No norte do Estado, a extração e o beneficiamento do mármore e do granito estimularam desenvolvimento dos municípios e incentivaram a criação de milhares de empregos. A região é conhecida como Núcleo de Extração de Nova Venécia e tem este município como referência.

Para ver e visitar

A exploração de rochas ornamentais é o terceiro maior gerador de receita para o Estado e responde por 7% do produto interno bruto (PIB) capixaba. Das 26 maiores empresas brasileiras exportadoras de rochas ornamentais com faturamento superior a US$ 10 milhões em 2007, 21 encontram-se instaladas no Espírito Santo.

O tamanho das jazidas e a importância dos negócios alavancados por esse segmento justificam a inclusão de 21 municípios na Rota do Mármore e do Granito.

No sul do Estado, onde Cachoeiro de Itapemirim se destaca como principal centro de extração, concentram-se as jazidas de mármore. Ao norte, que tem Nova Venécia como referência, estão as jazidas de granito.

O principal parque industrial de beneficiamento das rochas ornamentais fica no sul do Estado. Paralelamente, a Região Metropolitana registra um crescimento do número de empresas de processamento de mármore e de granito, responsáveis pela oferta de produtos de maior valor agregado.

Municípios que compõem a Rota

Vitória
Cachoeiro de Itapemirim – (a 134 km de Vitória)
Barra de São Francisco – (a 250 km de Vitória)
Nova Venécia – (a 246 km de Vitória)
Ecoporanga – (a 305 km de Vitória)
Água Doce do Norte – (a 290 km de Vitória)
Pancas – (a 176 km de Vitória)
Baixo Guandu – (a 176 km de Vitória)
Vila Pavão – (a 286 km de Vitória)
Muqui – (a 139 km de Vitória)
Rio Bananal – (a 148 km de Vitória)
São Domingos do Norte – (a 89 km de Vitória)
Água Branca – (a 213 km de Vitória)
Alegre – (a 196 km de Vitória)
Atílio Vivacqua – (a 165 km de Vitória)
Castelo – (a 141 km de Vitória)
Conceição do Castelo – (a 120 km de Vitória)
Linhares – (a 135 km de Vitória)
Mimoso do Sul – (a 173 km de Vitória)
Serra – (a 28 km de Vitória)
Vargem Alta – (a 136 km de Vitória)
Viana – (a 18 km de Vitória)

Cachoeiro de Itapemirim, no sul; Nova Venécia, no norte; e Vitória, no centro;

Rota Imperial - A Rota Imperial da Estrada Real foi construída por ordem de D. João VI e com os recursos da Coroa Real. O principal objetivo era promover o comércio, a ocupação do território e o desenvolvimento regional.

A Rota Imperial insere o Espírito Santo no âmbito da Estrada Real, reproduzindo caminhos abertos no início do séc. XIX, durante o período de exploração do território nacional em busca de ouro. A Coroa Portuguesa proibiu a abertura de estradas na capitania do Espírito Santo em direção a Minas Gerais, com o intuito de controlar o transito de mercadorias no Brasil. Somente com o declínio da exploração aurífera e com a chegada da Família Real (1808) ao país a rota foi oficialmente aberta (1814). Concluída em 1816, definiu o intercâmbio entre as cidades de Ouro Preto (MG) e Vitória (ES), consolidando a ocupação do território nos locais por onde passava.

A Rota Imperial da Estrada Real é extremamente importante para o turismo no Estado. No trajeto são identificadas as propriedades culturais e naturais de vários municípios, começando por Vitória, no Palácio Anchieta e Santa Leopoldina, indo até Ouro Preto-MG, ligando à Estrada Real.

Rota Os Passos de Anchieta - 

Os Passos de Anchieta´ Uma trilha de sucesso

 


Os Passos de Anchieta é o nome do roteiro que reconstitui a trilha habitualmente percorrida pelo Padre Anchieta nos seus deslocamentos da Vila de Rerigtiba , atual cidade de Anchieta, á Vila de Nossa Senhora da Vitória onde cuidava do Colégio de São Tiago, em caminhadas quinzenais que ele empreendia nos últimos anos de sua vida quando preferiu recolher-se à vila indígena nas costas do Espírito Santo que tanto lhe evocava a sua San Cristoban de Laguna, em Tenerife, nas Ilhas Canárias, onde nasceu.

A força da personalidade que seguramente foi um dos maiores nomes do Brasil no primeiro século deste país e o interesse em conhecer um de seus cenários prediletos tem atraído um público especial de várias partes do país, nos últimos anos. Seguramente a rota dos Passos de Anchieta é uma das primeiras das Américas e a primeira do Brasil. Em sua extensão original poderia ser considerada das maiores do mundo visto que se estenderia de São Paulo de Piratininga ao Recife, terreno percorrido pelos eméritos andarilhos que eram os soldados da Companhia de Jesus.

Mais que se inserir na história nacional até o século XVIII quando foram expulsos do Brasil pela Coroa Portuguesa que os tinha como desagregadores da colônia que Portugal entendia ter o direito à pilhagem. eles fizeram a história do Brasil até essa época. Não haveria uma história do Brasil nos seus três primeiros séculos sem a presença desses arautos da contra--reforma que sacudia a Europa desde o século XVI.

Ao longo dessa extensa faixa litorânea que alcança grande parte da costa brasileira semearam ensino, divulgaram o que julgavam ser os fundamentos de uma civilização e fundaram vilas que evoluíram de toscos aldeamentos como Rerigtiba, Guarapari, N. S. Conceição da Serra, Reis Magos e São Mateus, para citarmos especificamente a costa do Espírito Santo.

De toda essa extensão, o roteiro Os Passos de Anchieta resgata o trecho de 100 quilômetros compreendidos entre Anchieta e Vitória que José de Anchieta percorria regularmente duas vezes por mês, o denominado "caminho das 14 léguas"que o jesuíta vencia na companhia - freqüentemente na dianteira - dos guerreiros temiminós que o acompanhavam na missão de cuidar do Colégio de São Tiago, erguido num platô da Vila da Nossa Senhora de Vitória, hoje transformado no Palácio do Governo, na cidade de Vitória.

A reconstituição do trajeto dentro de considerável exatidão histórica valeu-se do conhecimento de que os jesuítas se notabilizavam como andarilhos que cobriam longas distâncias pelas praias, valendo-se principalmente das marés vazantes, quando a areia solada oferecia menor dificuldade para caminhar.

O roteiro Os Passos de Anchieta é cumprido em jornadas diárias médias de quatro a cinco horas pelas pessoas que tem o hábito de caminhar regularmente ou por períodos de seis a 7 horas pelos andarilhos mais sedentários que sem o exercício regular se dispõe a fazê-lo.

A experiência da caminhada combina encantos como o conhecimento de sítios históricos, com paisagens que se oferecem ao andarilho numa seqüência de belos quadros da natureza de uma região que é um marco geográfico da costa brasileira, onde as culturas do norte e do sul do país se encontram.

O roteiro foi resgatado em 1998 e vem se consolidando como uma rota perene, a ser percorrida ou conhecida a qualquer época do ano, por qualquer trecho do percurso. Os idealizadores do projeto conceberam uma caminhada anual para efeito de promoção da iniciativa cujo número de participantes é crescente a cada edição. Ela é realizada sempre a partir do feriado de Corpus Christi, beneficiando-se do feriado nacional que favorece a disponibilidade das pessoas visto que o percurso total demanda quatro dias. Nada impede que as pessoas se disponham a fazê-lo em outra época do ano e num ritmo de caminhada que estiver mais disposto.

A caminhada anual, promovida pela ONG ABAPA - Associação Brasileira dos Amigos dos Passos de Anchieta revela-se uma produção de certa complexidade que demanda um aparato que mobiliza o concurso de vários agentes e colaboradores, notadamente do setor público, como a Polícia Militar do Espírito Santo, o Corpo de Bombeiros, um eficaz suporte de atendimento médico, o auxilio de prefeituras e uma logística de atendimento a uma população flutuante que ultrapassa a três mil pessoas.

O que se sobressai acima da gratificação cultural ou do fervor religioso ou da fruição de cenários atraentes é uma singular experiência de introspecção que na prática constitui a alma de todos os caminhos místicos. A reflexão inevitável que uma longa caminhada proporciona enseja insights marcantes. Não por acaso a caminhada é uma adequada metáfora do viver. O recolhimento do andarilho em seus pensamentos alterna-se com a convivência com outros que ali se irmanam no propósito, no mínimo, de chegar a um mesmo destino. É o que basta para criar tácitas redes de solidariedade. Aí os cenários internos, o da emoção de revisitar sentimentos e lembranças, se alternam com os cenários externos, as percepções do ambiente, o recorte formoso de uma pequena enseada, a trilha por entre uma vegetação remanescente da outrora exuberante Mata Atlântica.

Além do perfil diversificado do andarilho, juntando pessoas que gostam de desfrutar a natureza ou que cultivam práticas físicas ou então se deixam levar pelo apelo da religiosidade, a cada ano Os Passos de Anchieta atrai aqueles que buscam o caminho também por orientação de terapeutas que prescrevem uma boa caminhada como um oportuno exercício de auto-conhecimento.

Independentemente do motivo que o provoca, o caminhar já é um exercício poderoso. No começo de uma caminhada o corpo enfrenta um breve desconforto pelo rompimento da inércia. Logo ele estará liberando hormônios como endorfinas, betaendorfinas e serotoninas que são considerados os elixires da felicidade. Elevam o ânimo e ao entusiasmo ("Deus dentro de si") e aí, mais que a contemplação da natureza, a maior gratificação da caminhada. Ou do caminho.

Percorrer os Passos de Anchieta sozinho, em solitude (estando bem consigo) ou na companhia de alguém é uma rica e marcante experiência. Isso ajuda a explicar porque depois do surgimento desta rota, em 1998, começou a proliferar em várias partes do país muitas trilhas, caminhos e rotas fundados pelas mesmas motivações.

Começa a Caminhada de 4 dias

Durante a caminhada coletiva oficial, o percurso é realizado em quatro dias, divididos nos seguintes trechos:

1º dia: entre Vitória e Barra do Jucu, em Vila Velha, são percorridos em média 25 km.
2º dia: entre Barra do Jucu até Setiba, em Guarapari, perfaz 28 km.                               
3º dia: entre Setiba e Meaípe, são percorridos 24 quilômetros ainda em Guarapari.          
4º dia: entre Meaípe até Anchieta, na Igreja Matriz do município finalmente os 23 km finais abrangem.

A Abapa monta pontos de apoio, chamados "oásis", aos andarilhos em intervalos constantes para fornecer água, frutas e medicação para as câimbras, bolhas e torções que inevitavelmente acabam surgindo nos menos preparados. Na ocorrência de algum caso mais grave, há ambulâncias prontas para remoção de acidentados. E aqueles que acabam desistindo no meio do caminho, também podem pegar uma carona nos carros de apoio da organização.

Também nos postos, as credenciais devem ser carimbadas para que no fim do percurso o andarilho receba o certificado de participação. É preciso ter pelo menos metade dos 16 carimbos, para comprovar que o trajeto foi cumprido.

Todo o percurso é marcado fortemente por aspectos ecológicos, históricos, religiosos e culturais. Talvez seja essa a receita que consegue atrair tanta gente, dos mais diversos lugares do país, em tão pouco tempo de implantação do projeto.

 

1º Dia

Como Vitória é uma ilha, para chegar a Vila Velha o trajeto é feito em ônibus fretado até o Convento da Penha, marco da colonização do Estado.

Seguindo sempre pelo litoral, a rota continua pelas praias urbanas de Vila Velha: Praia da Costa, Itapoã e Itaparica, com suas dezenas de quiosques contrastando com os modernos edifícios da orla, chegando a Barra do Jucu, conhecida como paraíso do surf e das bandas de congo. Aqui vale a pena uma pausa para degustar uma moqueca capixaba e ouvir os tocadores de congo, ao som ritmado dos tambores e das casacas.

2º Dia

Enquanto o primeiro dia se passa quase todo em área urbana, no segundo trecho as praias são praticamente desertas. Saindo da Barra do Jucu, os andarilhos passam pela praia de Ponta da Fruta, que possui uma grande lagoa de água doce, para logo depois entrar na área de restinga, protegida pelo Parque Estadual Paulo César Vinhas. As próximas praias são um convite à reflexão interior e contemplação da natureza.

Apesar desse trecho ser considerado um dos mais bonitos, ele é também o mais cansativo, pois praticamente todo o percurso é feito na areia. A segunda parada para pernoite é feita em Setiba. A região é conhecida como point para praticantes de surf e canoagem em onda. Pois a praia de Setibão além de ser quase deserta, possui ondas fortes e bem desenhadas. Daí o local, assim como a Barra, ser reduto de surfistas.

 

3º Dia

Mas apesar de todos os percalços do caminho, o andarilho certamente se sentirá recompensado no terceiro dia ao passar pela região conhecida por Aldeia e pelas Três Praias, em Guarapari, onde a natureza mostra suas enseadas caprichosamente desenhadas e emolduradas com pedras e ondas mansas e preguiçosas.

Guarapari, uma das cidades fundadas pelo Beato, é conhecida nacionalmente devido às suas praias de areias monazíticas, que possuem efeitos benéficos à saúde. Durante o verão, sua população chega a aumentar cinco vezes de tamanho, com turistas vindos principalmente de Minas Gerais e do planalto central, atraídos não apenas pelas poderes curativos das areias radioativas, mas também pela beleza das praias e agitação noturna.

Meaípe é o terceiro ponto de parada do roteiro. Essa charmosa enseada já foi classificada pelo Guia 4 rodas e pela mídia especializada em turismo como uma das praias mais bonitas do país. No verão a tranqüila enseada se transforma em um dos points mais badalados do litoral capixaba. Lá estão as mais agitadas boates do Estado.

São poucos os que se arriscam a uma esticada até as famosas boates da cidade. A ordem é guardar forças para encarar a última etapa da caminhada, sem contar que o aquecimento coletivo começa às seis e trinta da matina.

 

4º Dia

A última etapa, de 23 km, é um resumo de todos os anteriores, pois alterna trechos onde se caminha em praias desertas, rodovias e estradas de terra. Em uma dessas estradas os andarilhos são saudados com pétalas de flores e palmas.

Na beira das praias são encontrados poços naturais de água potável que, dizem, terem sido abertos pelo Padre Anchieta, ainda durante suas caminhadas para saciar a sua sede e a dos índios que constantemente o acompanhavam.

Ubu, uma pequena vila à beira de uma extensa praia de águas mansas, recebeu este nome quando Anchieta ali passou pela última vez. Carregado por uma multidão de cerca de três mil índios, seus esquife tombou, o que fez os índios exclamarem "Aba Ubu" – O padre caiu.

Hoje, no local onde se diz ter ocorrido tal fato existe uma cruz, onde os andarilhos, ao passarem, viram-se de costas e atiram conchas, cada uma simbolizando um pedido que gostaria que fosse atendido pelo padre. Uma alusão às pedras que são atiradas por cima do ombro, no caminho de Santiago.

O último oásis do caminho fica na praia de Castelhanos, onde muitos esperam pelos que ficaram para trás, para poderem percorrer os últimos quilômetros e subirem as escadarias do santuário juntos.

O grande prêmio da caminhada é a visão da escadaria que leva ao santuário de Anchieta, uma construção jesuítica de 1597, erguida pelo beato em seu último ano de vida com a ajuda dos índios tupis. Nessa hora, os participantes compartilham não só a refeição de boas vindas, mas também toda uma história de solidariedade, superação de obstáculos físicos, companheirismo e satisfação.


Como Ir


 

Você pode ir a pé, de bicicleta, a cavalo ou por mar.

 

 

Se for a pé é importante lembrar que o ritmo normal de caminhada a pé é de quatro a seis quilômetros por hora. Dependendo da idade ou da forma física, o andarilho deve planejar o percurso que pretende fazer diariamente sendo necessário alguns cuidados como:

 

a) exercícios de aquecimento de no mínimo quinze minutos antes de iniciar a caminhada;

b) exercícios de alongamento de no mínimo 10 minutos ao terminar a caminhada;

c) evitar paradas intermediárias acima de vinte minutos;

d) usar tênis ou botinas apropriadas para longas caminhadas e que tenha pelo menos um número acima do que o andarilho usa. A caminhada produz inchaços que o calçado deve acomodar.

 

Bicicleta - a bicicleta mais adequada é do tipo moutain bike já que boa parte do roteiro é feito por trilhas e só um pequeno trecho possui asfalto. Observando velocidades médias entre oito a quinze quilômetros você poderá definir o tempo que deseja fazer observando:

a) em determinados trechos o caminho apresenta solo com areia e você deverá escolher entre empurrar a bicicleta ou usar outra alternativa (trilha de barro ou asfalto);

b) levar pequenos apetrechos de manutenção, apesar do caminho raramente ficar longo de áreas urbanas onde pode-se encontrar oficinas de reparos;

c) em certos locais é prudente usar cadeados de segurança;

 

 

Cavalo _ em boa parte da trilha você pode cavalgar, observando também:

a) no trajeto de lancha entre o Terminal Marítimo Dom Bosco em Vitória e o Terminal da Prainha em Vila Velha não é possível usar o cavalo. Você pode optar por fazer este trecho Vitória-Vila Velha (mais ou menos doze quilômetros) pela Ponte Florentino Avidos ou iniciar a cavalgada a partir da Prainha, em Vila Velha;

b) em certos trechos não é possível a travessia a cavalo, sendo mesmo vedados a cavaleiros como se observa no trecho entre Ponta da Fruta e Guarapari, particularmente na Reserva Paulo Vinhas, Três Praias e Aldeia. Esse trecho (Ponta da Fruta-Praia do Morro) deve ser coberto pelos cavaleiros pelo asfalto

 

Navegação _ você tem a alternativa de fazer o caminho marítimo margeando a orla, através de windsurf, caiaque, barco à vela ou remo, além de outros tipos de embarcações. Para embarcações de maior porte há que se constar previamente as condições de ancoragem em Anchieta. Além de verificar as condições climáticas (mar e vento) esse munir dos equipamentos de segurança necessários é conveniente consultar o Iate Clube do Espírito Santo que fornece instruções mais detalhadas da rota;